Pele sempre bronzeada

www.dicafeminina.comNo Brasil, em que a maior parte das regiões é ensolarada boa parte do ano, é raro encontrar mulheres que não gostem de mostrar todo dia uma pele com uma cor típica do verão. Mesmo no inverno, as brasileiras recorrem a soluções cosméticas para deixar o tom da pele com uma cara de bronzeado. E até para assegurar aquela corzinha adquirida na viagem de férias.

Com a evolução tecnológica, não é preciso mais usar de artimanhas (encomendar amiga que foi para o exterior) para enfim achar um creme autobronzeador de boa qualidade. Há no mercado nacional uma grande variedade de novos cremes autobronzeadores nacionais ou importados (também disponíveis em gel ou spray) ou mesmo linhas de maquiagem.

Eles trazem fórmulas especiais as quais oferecem um tom mais dourado pele, sem ficar com um mero aspecto de alaranjado. “Os produtos estão bem mais naturais, respeitando o tom de pele da brasileira”, destaca a dermatologista Rossana Magalhães. Ela ressalta que são uma ótima opção de bronzeamento, sem os riscos da exposição direta aos raios solares, que nos meses de julho a setembro castigam muito quem reside no território do Centro-Oeste. Os preços variam de 15 reais, os mais populares, a 180 reais.

Nas prateleiras de supermercados, drogarias, há um arsenal bem variado de colorantes da pele, seja pelo prazo de 24 horas ao período de uma semana – o máximo de validade que o autobronzeadores garantem. Isso porque eles costumam agir na superfície da pele para dar uma suave aparência de verão. Hidratação

A maioria dos cosméticos autobronzeadores de última geração promete uma cor acompanhada pelo benefício de uma boa hidratação. Afinal, se é inverno, a pele fica mais sensível e bem mais seca. Há riscos de esses produtos autobronzeadores provocarem algum tipo de dano pele? “Não. Só no caso de a pessoa ser alérgica a algum componente do produto e assim ter uma reação a ele. Vale a pena começar a aplicação no antebraço por uma semana e depois aplicá-lo no rosto”, informa a dermatologista Patrícia Rittes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Internacional de Cosmiatria e autora do livro Beleza sem Cirurgia (Editora Senac).

A dihidroxiacetona (substância química) é o elemento que permite s fórmulas dos fabricantes desse tipo de cosmético a coloração do bronze rápido. “É ela que dá o pigmento de cor”, ressalta Rossana Magalhães. Patrícia Rittes explica que essa substância reage com a camada córnea (mais superficial) da pele e nesse processo de reação química escurece o tom de pele, sem prejudicá-la. É como uma pintura da pele, que confere um bronzeado saudável, bem longe da incidência dos raios solares. Para realmente manter a cor artificial de bronze, tais cremes, ou a maquiagem, devem ser passados diariamente na pele e de forma homogênea.

Cuidado: joelhos, cotovelos, pés e mãos devem serem lavados rapidamente após a aplicação, pois podem ficar mais escurecidos, aí sim manchando a pele.

Outra opção que vem ganhando terreno é o uso de câmaras modernas de jato de tinta spray bronzeador. O único senão dos jatos de spray bronzeadores é que lingeries e camisetas correm o risco de ficarem manchadas depois de se recorrer ao jet bronze. Segundo especialistas em cosmiatria, esse tipo de procedimento também não causa problemas pele, ao contrário das câmaras de bronzeamento.

Estas, sim, ganham sinal vermelho de reprovação da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Um perigo que já provocou danos irreversíveis em muitas pessoas, com queimaduras graves. Já os cremes autobronzeadores têm sinal verde para uma imitação de bronze de verão.

Saiba mais

– Os cremes de autobronzeamento (que também podem vir na forma de gel, spray ou mesmo maquiagem) de maneira geral não oferecem risco pele, ao contrário das câmaras de bronzeamento ou mesmo a exposição direta ao sol. Por isso, não provocam câncer de pele ou envelhecimento precoce.

– A aplicação deve ser homogênea. Se uma região receber uma dose maior do que outra, surgem manchas.

– Os autobronzeadores não causam alergia, mas são contra-indicados em áreas com cicatriz, manchas de gravidez, acne, micose e outras doenças de pele.

– Os cremes são elaborados com substâncias químicas especiais, chamadas dihidroxiacetona (DHA) e funcionam como se “pintassem” o corpo, provocando uma reação química nas células cutâneas superficiais, o que provoca uma coloração marrom.

– O efeito costuma ser bem mais suave e menos evidente que o obtido com banhos de sol e em cabines de bronzeamento. Há um limite de escurecimento, que varia de pessoa para pessoa.

– A duração do efeito de tom moreno na pele varia de algumas horas até uma semana. Para garantir o bronzeado por um tempo maior, é preciso usar o produto regularmente.
O Popular Margareth Gomes

Fonte: www.atelierdenoivas.com.br

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